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Cidades sem Fronteiras

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A cada mês, cinco milhões de pessoas trocam o campo pelo asfalto. Ao final do século seremos a única espécie totalmente urbana do planeta. Conheça aqui os desafios dessa histórica transformação.
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Interpretações distintas sobre os dados revelados por pesquisa causam polêmica entre leitores do blog

O post publicado hoje mais cedo causou polêmica em relação à interpretação dos números da pesquisa. Leitores argumentaram que o porcentual de 35% de paulistanos dispostos a trocar o carro pela bicicleta é alto demais para ser desprezado. Até porque, nas proporções gigantescas de São Paulo, isso representa um universo de quase 4 milhões de ciclistas potenciais. Esses leitores […]

Por Mariana Barros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 5 jun 2024, 00h52 - Publicado em 24 jun 2015, 21h56

post publicado hoje mais cedo causou polêmica em relação à interpretação dos números da pesquisa. Leitores argumentaram que o porcentual de 35% de paulistanos dispostos a trocar o carro pela bicicleta é alto demais para ser desprezado. Até porque, nas proporções gigantescas de São Paulo, isso representa um universo de quase 4 milhões de ciclistas potenciais.

Esses leitores dizem ainda que, com o tempo, a tendência é esse número aumentar, uma vez que as barreiras culturais e de costumes vão caindo. Diz Gabriel Kogan: “O número me parece surpreendentemente alto. Além disso, um artigo sobre o assunto não pode desprezar a questão cultural (ideológica, para ser mais preciso) de imposição histórica do uso do carro. Isso não se desconstrói de um dia para o outro.”

Outros leitores, como Renata Dangelo, deram um passo adiante e afirmaram que seria preciso verificar a quantidade de ciclistas que prefeririam usar transporte público de boa qualidade, mas, como não se sentem atendidos, precisam recorrer às bicicletas em seus trajetos diários. Já o leitor Jorge defendeu o uso de motocicletas em detrimento das bicicletas. “Em nenhuma pesquisa aparecem as motocicletas como um veículo viável para desafogar o transito brasileiro. Por que? Elas e as scooters tem tido um valioso papel na Europa e Ásia. Alguém iria de bicicleta do centro até periferia de grandes cidades? Acho que não. Ando de moto há 40 anos e adoro. Minha filha só conseguiu frequentar a faculdade graças à sua scooter”.

Também houve argumentações em relação à questão sobre estacionar na rua. Leitores se manifestaram dizendo que a parcela de paulistanos que acham que a prefeitura deveria, sim, proibir as pessoas de parar o carro no meio fio é grande demais para passar batido, afinal 44% de paulistanos concordam com a medida.

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Toda essa discussão só revela o quanto os temas urbanos são capazes de mexer com as pessoas e de suscitar os mais diversos pontos de vista. O blog está sempre aberto a todas essas visões e aos debates que ajudam a compreender os desafios da vida nas cidades.

 


Por Mariana Barros

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