Assine VEJA por R$2,00/semana
Imagem Blog

Augusto Nunes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO

Por Coluna
Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Continua após publicidade

Vanessa Grazziotin sobe à tribuna para defender a “presidenta inocenta” e confirma: o neurônio solitário é contagioso

Senadora do PCdoB do Amazonas assassina a língua portuguesa e a poesia com a rima mais pobre de todos os tempos

Por Branca Nunes
Atualizado em 30 jul 2020, 22h07 - Publicado em 12 ago 2016, 06h30

Atualizado às 05h30

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=MwkomcYNtfA?feature=oembed&w=500&h=281%5D

“Veja o vídeo espantoso”, convida o jornalista Celso Arnaldo Araújo, autor do indispensável Dilmês ─ O idioma da mulher sapiens. “O inocente era inocente até prova em contrário. Agora é culpado por ter topado com a Vai Nessa Grazziotin”. A senadora pelo Amazonas já é um exotismo espantoso: num mundo em que o comunista parece mais antigo que o espartilho, continua achando que o PCdoB tem futuro e que o capitalismo é coisa do passado. Mas nem Vanessa imaginava que, em matéria de assombros, superaria a Assombração do Alvorada.

“Analise o conteúdo, porque uma presidenta inocenta está sendo retirada do poder por mera decisão política de uma maioria circunstancial”, derrapou espetacularmente na sessão desta terça-feira, durante outra discurseira berrada para tentar esticar o mais demorado velório da história do Brasil. Vanessa Grazziotin precisou de apenas 17 palavras e sete segundos para proclamar a inocência de uma culpada de carteirinha e rebaixar à categoria de “maioria circunstancial” os 80% de brasileiros que exigem a imediata devolução de Dilma Rousseff ao recesso do lar.

Continua após a publicidade

Essas duas mentiras não passam de pecados veniais se confrontadas com o espantoso “presidenta inocenta”. Ao juntar dois palavrões, a senadora que grita até quando sussurra assassinou a língua portuguesa, torturou a poesia com a rima mais pobre de todos os tempos e confirmou que o neurônio solitário é contagioso.

É nisso que dá conversar com Dilma todos os dias.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.