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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Seis anos depois da frase famosa do pai, Lulinha já tem peso suficiente para ser comparado a Ronaldo Fenômeno

Em 2005, a Telemar pagou R$ 5 milhões para tornar-se sócia minoritária da Gamecorp, empresa nanica criada um ano antes por Fábio Luiz Lula da Silva e dois amigos. Em outubro de 2006, um jornalista da Folha de S. Paulo perguntou ao presidente da República se não achara excessivamente generosa a proposta  feita a Lulinha pela […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 07h25 - Publicado em 13 nov 2012, 19h06

Em 2005, a Telemar pagou R$ 5 milhões para tornar-se sócia minoritária da Gamecorp, empresa nanica criada um ano antes por Fábio Luiz Lula da Silva e dois amigos. Em outubro de 2006, um jornalista da Folha de S. Paulo perguntou ao presidente da República se não achara excessivamente generosa a proposta  feita a Lulinha pela companhia telefônica. Resposta:

─ Que culpa tenho eu se meu filho é o Ronaldinho dos negócios?

Lula se referia a Ronaldo Nazário, o “Fenômeno”, um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos. O currículo de Lulinha se resumia a uma temporada como funcionário do zoológico de São Paulo quando foi comparado pelo pai ao craque que conquistara a Copa de 2002, ganhara três vezes o título de melhor do mundo concedido pela Fifa e acumulara centenas de gols como atacante dos principais times do planeta. Fora o resto.

Passados seis anos, as imagens comprovam que a comparação agora faz sentido. Nada a ver com biografia, talento ou tino empresarial. O que há de semelhante entre os dois são as arrobas a mais.

 

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