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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Neurônio de porre

“Eu quero explicá uma coisa do ajuste. Todo mundo acha que o ajuste tira. O ajuste não tira, o reajuste…. o ajuste reajusta. Vou explicá o que é isso. O meu PSI do passado, estou falando o meu no sentido o seguinte: aquele PSI do passado, ele era 2,5%, 4%… Hoje, os juros são maiores. […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 01h26 - Publicado em 8 Maio 2015, 22h26

“Eu quero explicá uma coisa do ajuste. Todo mundo acha que o ajuste tira. O ajuste não tira, o reajuste…. o ajuste reajusta. Vou explicá o que é isso. O meu PSI do passado, estou falando o meu no sentido o seguinte: aquele PSI do passado, ele era 2,5%, 4%… Hoje, os juros são maiores. Porque se ele se mantivesse em 2,5%, 4%, o governu federal tinha de aguentá a diferença entre 2,5% e 12,5% mais um spread. Nós num vamus, nós não temus dinheiro prá aguentá isso. Temus dinheiro prá aguentá uma variação disso. Qual é a variação disso? 6% a 8%, 6% a 9%. É isso que nós temos recursos”.

Dilma Rousseff, capturada pelo comentarista André em 24 de março, durante a discurseira que tentou justificar a sanção da nova política do salário mínimo, quando mostrou à plateia que vaias e panelaços produzem sobre o neurônio solitário o mesmo efeito causado em cérebros normais pela ingestão de uma garrafa de cachaça.


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