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Imagens em Movimento: Vida longa ao curta

SYLVIO DO AMARAL ROCHA Tanto no Brasil como no exterior, os curtas-metragens que se transformam em longas são mais comuns do que imaginamos. Nem todos os espectadores que assistiram a Cidade de Deus, uma das maiores bilheterias do país, sabem que o filme nasceu de Palace II, assinado por Fernando Meireles e Kátia Lund. The […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 03h50 - Publicado em 17 Maio 2014, 20h49

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SYLVIO DO AMARAL ROCHA

Tanto no Brasil como no exterior, os curtas-metragens que se transformam em longas são mais comuns do que imaginamos. Nem todos os espectadores que assistiram a Cidade de Deus, uma das maiores bilheterias do país, sabem que o filme nasceu de Palace II, assinado por Fernando Meireles e Kátia Lund. The Hard Case, de Guy Ritche, realizado em 1995, deu origem ao imperdível Jogos, Trapaças e dois Canos Fumegantes, filmado três anos depois. A Pessoa é para o que Nasce, documentário de seis minutos dirigido em 1998 por Roberto Berliner, ganhou uma versão de mais de uma hora e meia em 2004, depois de percorrer dezenas de festivais com a história das três irmãs cegas que ganham a vida tocando músicas em troca de dinheiro.

Outro curta que tem um personagem cego num dos papeis principais e trilhou o mesmo caminho que A Pessoa é para o que Nasce foi Eu não quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro. Gravado em 2010, o filme aterrissou este ano nos cinemas na versão longa. Em 2007, o diretor já havia sido premiado com o Urso de Cristal em Berlim com curta Café com Leite, que conta com a mesma equipe dos trabalhos posteriores.

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Em Eu não quero Voltar Sozinho, a temática do homossexualismo, sempre presente nos filmes de Ribeiro, volta a aparecer para contar a história de amor e amizade entre Giovana (interpretada por Tess Amorim), Gabriel (Fabio Audi) e Leonardo (Guilherme Lobo), três adolescentes que, nessa fase de descobertas da vida, têm a sorte de se encontrar. A atuação do trio é louvável, com destaque para a de Guilherme, que interpreta o cego.

A direção de fotografia de Pierre Kerchove é precisa nos movimentos e usa pequenos flares (quando a luz entra na lente), que deixam as cenas mais esbranquiçadas e conferem um toque onírico às imagens. A trilha sonora também é especial, principalmente pelas canções de Juliano Polimeno e Tatá Aeroplano. Vale a pena fazer uma pausa na vida adulta e transportar-se durante esses poucos minutos de volta à adolescência.

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