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Guillermo Fariñas, dissidente cubano: ‘O mais importante é perseverar’

Para assistir ao vídeo com legenda em português, clique em “pt” sobre a linha cinza na parte inferior do player.  Em julho, ao receber em Strasbourg o Prêmio Sakharov, que o Parlamento Europeu lhe concedeu em 2010, o jornalista cubano Guillermo Farinas reiterou numa entrevista à TV as críticas que o transformaram em alvo preferencial […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 05h28 - Publicado em 3 set 2013, 22h40

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Para assistir ao vídeo com legenda em português, clique em “pt” sobre a linha cinza na parte inferior do player. 

Em julho, ao receber em Strasbourg o Prêmio Sakharov, que o Parlamento Europeu lhe concedeu em 2010, o jornalista cubano Guillermo Farinas reiterou numa entrevista à TV as críticas que o transformaram em alvo preferencial da ditadura comunista. “O mais importante é perseverar”, afirma o adversário dos Irmãos Castro. “Perante a injustiça, perseverar é essencial”. Com a firmeza consolidada ao longo de 23 greves de fome, Fariñas tratou de vários temas.

Medidas que facilitam viagens ao exterior: “Não é um sinal de abertura. É manipulação. Um sinal de desespero do regime cubano, que tenta mudar a imagem de um sistema neostalinista que está obsoleto no contexto internacional”.

Greves de fome: “São importantes porque mostram ao mundo o desespero do grevista diante de uma injustiça flagrante contra si e contra o ser humano”.

Liberdade de expressão: “O regime cubano quer monopolizar a informação. Mas as novas tecnologias tornaram tão populares as pessoas que transmitem informações não oficiais que o regime constatou que não pode pagar o preço político de qualquer tipo de repressão aberta contra esses comunicadores sociais”.

Prêmio Sakharov: “É fundamental que a Europa e seu Parlamento apoiem a causa da liberdade em Cuba, e não aceitem cumplicidades necessárias para que as ditaduras se mantenham no poder. Esta é a mensagem recebida pelos que não se renderam ao castrismo”.

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