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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Coroinha enrolado

“O governo da presidenta Dilma deixou de fazer da maneira tão intensa, como era feita no tempo do Lula, esse diálogo de chamar os atores antes de tomar decisões. De ouvir com cuidado e ouvir muitos diferentes, para produzir sínteses que contemplassem os interesses diversos”.  Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, coroinha de missa negra e […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 02h41 - Publicado em 10 nov 2014, 18h05

“O governo da presidenta Dilma deixou de fazer da maneira tão intensa, como era feita no tempo do Lula, esse diálogo de chamar os atores antes de tomar decisões. De ouvir com cuidado e ouvir muitos diferentes, para produzir sínteses que contemplassem os interesses diversos”. 

Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, coroinha de missa negra e  caixa-preta de Santo André, caprichando num besteirol que poderia ser reduzido a seis palavras: “Lula conversava mais com mais gente”.

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