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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

1 Minuto com Augusto Nunes: O segredo que protege os contratos entre o Brasil e Cuba reforça a suspeita de que o gol da Odebrecht em Mariel foi ilegal, imoral e engordou comedores de propinas

Com a reaproximação diplomática entre os Estados Unidos e Cuba, Dilma Rousseff resolveu enxergar um golaço na doação de um superporto à ditadura caribenha. O embuste não resiste a uma ressalva e uma pergunta. A ressalva: em Mariel, é verdade, o governo lulopetista deixou a Odebrecht na cara do gol, mas quem mandou para o […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 02h26 - Publicado em 18 dez 2014, 17h43

http://videos.abril.com.br/veja/id/3924ea8c70a3ce6cdd9968d321266463?

Com a reaproximação diplomática entre os Estados Unidos e Cuba, Dilma Rousseff resolveu enxergar um golaço na doação de um superporto à ditadura caribenha. O embuste não resiste a uma ressalva e uma pergunta. A ressalva: em Mariel, é verdade, o governo lulopetista deixou a Odebrecht na cara do gol, mas quem mandou para o fundo da rede foi empreiteira, que virou dona do colosso financiado pelo BNDES. A pergunta: se foi mesmo um golaço, por que não quebrar o segredo que impede a torcida brasileira de deslumbrar-se com as jogadas que o precederam?

Golaços marcados em campos de futebol são reprisados exaustivamente por todas as emissoras de TV. O sigilo imposto aos contratos assinados pelos parceiros de Mariel reforça a suspeita de que o golaço da construtora predileta de Lula foi ilegal, imoral e engordou os sempre vorazes comedores de propina.

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