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Zoológico dinamarquês sacrifica até 30 animais saudáveis por ano

Prática, comum em parques europeus, é utilizada para garantir uma população geneticamente saudável. Página do zoológico no Facebook é alvo de críticas

Por Da Redação Atualizado em 6 Maio 2016, 16h14 - Publicado em 11 fev 2014, 20h31

Administradores do Zoológico de Copenhague, na Dinamarca, ficaram surpresos com a comoção internacional causada desde o último domingo, quando eles esquartejaram um filhote de girafa em frente a uma plateia com crianças e usaram a carcaça para alimentar leões, leopardos e tigres. Marius, de um ano e meio, tinha perfeita saúde, mas foi sacrificado porque seus genes eram parecidos com os de outras girafas do zoológico, o que poderia aumentar a incidência de doenças genéticas em seus descendentes.

Uma petição online com mais de 30 000 assinaturas pedia que o zoológico não matasse o bicho. Manifestantes de direitos animais acusaram o parque de barbárie e falta de ética. Nos últimos dias, a página do zoológico no Facebook tem sido palco de um acalorado debate entre milhares de pessoas de vários países contrárias à medida e uma minoria favorável.

Sacrificar animais saudáveis é comum nos zoológicos europeus. Quando os genes de um animal não são considerados bons para o cruzamento, a prática é abatê-los, como no caso de Marius. O diretor científico do Zoológico de Copenhague, Bengt Holst, afirmou à rede britânica BBC que o parque sacrifica de vinte a trinta animais por ano para garantir uma população geneticamente saudável.

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