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Uma nova chance para quatro espécies ameaçadas

As boas novidades sobre animais que correm risco de extinção

 (Luiz Costa/SMCS/.)

Arara-azul-grande
Um exemplar de arara-azul-grande nasceu no zoológico de Curitiba (PR), tornando-se o quarto da espécie a ser gerado no local. Na imagem, os pais observam o filhote, que está com 4 meses. A ave, típica do Pantanal e da Amazônia, é vulnerável na escala de risco de extinção, pois está ameaçada pelo desmatamento e pelo comércio clandestino.

 (Smithsonian Conservation Biology Institute/.)

Guepardo
Também conhecido como chita, o felino africano em situação vulnerável foi abraçado pelo Zoológico Nacional Smithsonian, em Washington, que investe 350 000 dólares por ano no cuidado e na reprodução do animal. Desde 2007, já nasceram 56 filhotes no local, dos quais 44 sobreviveram.

 (Akajera National Park/.)

Rinoceronte-negro
Criados em um zoológico da República Checa, cinco rinocerontes-negros foram levados para Ruanda, onde serão liberados em um parque que replica seu hábitat e já conta com vinte outros animais desse tipo. A espécie, vítima da caça e da captura para exibição na Europa, está extinta na África.

 (Keren Su/The Image Bank/Getty Images)

Panda-gigante
Além do esforço de diversos países para reproduzir o animal em cativeiro, o panda-gigante saiu da lista de ameaçados de extinção em 2016 para entrar na de vulneráveis graças ao investimento chinês na plantação de bambus, o principal alimento do bicho: foram cinquenta anos até esse resultado.

Publicado em VEJA de 17 de julho de 2019, edição nº 2643