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Tempestade deixa 11 mortos nos EUA

Por Win Mcnamee - Atualizado em 6 maio 2016, 16h31 - Publicado em 1 jul 2012, 09h59

Uma violenta tempestade atingiu a região de Washington e o leste dos Estados Unidos no sábado, deixando ao menos 11 mortos e 3,7 milhões de residências sem energia elétrica, informou a imprensa local.

Pelo menos 11 pessoas morreram nas tempestades provocadas pela onda de calor, enquanto os estados de Maryland, Virginia, Virginia Ocidental e Ohio se declararam em emergência.

O Washington Post revelou que uma pessoa morreu na região da capital americana ao ser atingida por um cabo elétrico, e que outras quatro faleceram devido à queda de árvores nos estados vizinhos de Virgínia e Maryland.

O Richmond Times-Dispatch noticiou a morte de ao menos seis pessoas na Virgínia.

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Na manhã de sábado, os habitantes da capital dos Estados Unidos encontraram as ruas repletas de árvores, galhos, postes derrubados e lixo devido aos fortes ventos.

Arrancadas pela tempestade, árvores bloqueavam completamente algumas estradas da região.

A tormenta ocorre após temperaturas muito elevadas na zona, acima dos 38 graus.

O presidente Barack Obama declarou estado de emergência na Virgínia Ocidental, onde 688.000 pessoas ficaram sem eletricidade. O governador Earl Ray Tomblin pediu calma à população.

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“Nossas equipes de resgate têm a imperiosa necessidade de chegar às pessoas com dificuldades”, disse Tomblin. “Peço a todos os cidadãos da Virginia Ocidental que não utilizem as estradas, exceto em caso de urgência absoluta”.

O governador da Virgínia, Bob McDonnell, também declarou o estado de emergência assinalando que a tormenta provocou os piores danos no sistema elétrico na história do estado.

A agência americana para gestão de crise (Fema) trabalha ativamente com as autoridades locais nas zonas afetadas pela tormenta (Indiana, Kentucky, Ohio, Virgínia Ocidental, Virgínia, Maryland, Pensilvânia e Washington), informou o departamento de Segurança Nacional.

Em Ohio, 500 mil usuários permaneciam sem energia elétrica, segundo a companhia AEP, que previu para entre 5 a 7 dias a normalização do serviço.

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