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Levantamento revela extinção de 31 espécies e recuperação de bisão

O bisão-europeu passou do status de vulnerável para 'quase ameaçado'; espécie de morcego foi uma das extintas, segundo relatório

Por Sabrina Brito Atualizado em 11 dez 2020, 15h02 - Publicado em 11 dez 2020, 10h12

Um novo censo realizado pela União Internacional para a Conservação da Natureza apontou que 31 espécies de animais e plantas foram extintas desde a última contagem. Entre as espécies que recentemente sumiram da face da Terra estão tipos de sapos, peixes, plantas e o Nyctophilus howensis, um morcego australiano. No entanto, também há notícias positivas: alguns seres vivos afastaram-se do risco de extinção.

Um desses animais é o bisão-europeu, maior mamífero terrestre da Europa, que passou do status de vulnerável para quase ameaçado. Há cerca de um século, o bisão estava próximo da extinção graças à caça e ao desmatamento. Agora, há mais de seis mil indivíduos pelo continente. Além do mamífero, outras 25 espécies obtiveram melhoras no censo.

De acordo com os pesquisadores responsáveis pelo levantamento, essas histórias de sucesso apontam para o poder da conservação. Entretanto, ainda há muito no que trabalhar.

O relatório elaborado pela União leva em conta aproximadamente 130 mil espécies de plantas, animais e fungos, entre as quais mais de 25% está sob ameaça de desaparecer do planeta. Com a mais recente atualização, constatou-se, por exemplo, que todos os golfinhos de água doce do mundo estão em perigo.

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