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Incêndios florestais agravam situação de emergência na Grécia

Países como França e Reino Unido enviam reforços para combater as chamas. Fenômeno é fruto das mudanças climáticas e do aquecimento global

Por Luisa Purchio Atualizado em 7 ago 2021, 18h03 - Publicado em 7 ago 2021, 17h59

Neste sábado, 7, os incêndios florestais continuam agravando a situação de emergência na Grécia e outras partes da Europa, como a Macedônia do Norte. As queimadas ocorrem devido à forte seca, consequência das mudanças climáticas e do aquecimento global acima de 1 grau Celsius desde a Revolução Industrial. Na última edição da revista VEJA, a reportagem de capa mostrou como o fenômeno afeta o Brasil, que já enfrenta a maior seca da sua história.

People board a ferry prior to an evacuation as a wildfire approaches the seaside village of Limni, on the island of Evia, Greece, on August 6, 2021. (Photo by STR/NurPhoto via Getty Images)
População é evacuada de Limni, em ilha na Grécia, por causa do fogo STR/NurPhoto/Getty Images

 

Na Grécia, os fortes ventos e as temperaturas elevadas contribuem para que o fogo se espalhe mais rapidamente e dificultam os combates às chamas. Já foram relatados 150 incêndios e ao todo pelo menos duas pessoas morreram, entre elas um bombeiro. Em Limni, ao norte de Atenas, onde os ventos fortes mais agravam a situação, 650 pessoas foram evacuadas pela guarda costeira, enquanto turistas e a população local tiveram de deixar Atenas, também impactadas pelos resíduos deixados na atmosfera pelas queimadas.

Países como França, Estados Unidos e Reino Unido estão enviando reforços para ajudar no combate às chamas. Na vizinha Turquia, o incêndio que durava 10 dias finalmente foi controlado na sexta-feira, 6, deixando sete mortes.

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