Os humanos foram determinantes na extinção de uma espécie de tartaruga gigante há quase 3.000 anos, revela um estudo australiano publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences dos Estados Unidos (PNAS). Este é um dos primeiros casos que mostra claramente a ação fatal do homem no extermínio de animais conhecidos como megafauna – seres pré-históricos de grandes proporções, como o mamute, que desapareceram há quase 50.000 anos.
Uma equipe de pesquisadores australianos encontrou ossos das patas dessa tartaruga na ilha de Vanuatu, que datam de apenas 200 anos após a chegada dos humanos. Cascos e crânios não foram localizados, o que comprovaria que estes animais foram caçados pelos humanos, que se alimentavam exatamente da carne de suas patas – a única parte comestível.
Como as tartarugas – que mediam dois metros e meio e tinham chifres – existiam há milhões de anos e desapareceram algumas centenas de anos depois da chegada de humanos – mais precisamente, o povo Lapita -, os cientistas concluíram que foram eles os responsáveis por sua extinção. Entretanto, estas espécies ainda conseguiram sobreviver por muito mais tempo do que os demais megafauna.
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