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Estudo: Pfizer e Janssen previnem casos graves causados pela ômicron

Artigo de cientistas de Harvard indica que a vacinação da população e certas particularidades da variante podem explicar a maior brandeza dos casos recentes

Por Sabrina Brito 4 jan 2022, 19h49

Em um novo estudo de Harvard publicado na última segunda-feira, concluiu-se que as vacinas produzidas pela Pfizer e Johnson & Johnson são eficientes contra a variante ômicron. De acordo com a pesquisa, a resposta biológica induzida por esses imunizantes é suficiente para proteger contra casos graves que a ômicron poderia causar.

O estudo, que ainda não foi revisado por outros cientistas, apontou que essas vacinas oferecem proteção significativa ainda que a resposta proporcionada por anticorpos seja substancialmente reduzida com o passar do tempo. Nesse sentido, uma terceira dose de imunizante pode ser bastante útil para reforçar as defesas do corpo contra a mais recente variante.

Pesquisas anteriores sugerem que as vacinas já produzidas perdem certo poder quando a questão é enfrentar a ômicron, o que pode resultar em um maior número de infecções. Contudo, segundo os dados atuais, a doença causada por essa variante parece ser mais branda.

O que ainda não se sabe é o motivo dessa maior brandeza. Uma hipótese é o fato de que a população mundial, em grande parte vacinada, está mais protegida contra o SARS-CoV-2. Outra possibilidade é que os efeitos da ômicron sejam naturalmente menos poderosos no ser humano.

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