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“E aí, primo?”

A pedido de VEJA, o lutador Vitor Belfort e o humorista Fábio Porchat fizeram um teste genético e descobriram ter ascendência comum — muito possivelmente cinco gerações atrás. A novidade soa anedótica, mas ajuda a iluminar um fascinante campo do conhecimento, o da ancestralidade por DNA, atalho para a compreensão da origem da humanidade a partir de seu berço africano

Uma piada atrás da outra, como manda o figurino, parece estar no DNA do humorista Fábio Porchat, um dos criadores do grupo Porta dos Fundos. “E aí, primo?”, ele exclama com um ponto de interrogação ao encontrar o lutador de MMA Vitor Belfort na sessão de fotos que abre esta reportagem. Porchat e Belfort aceitaram o convite de VEJA para participar de um teste genético de ancestralidade, capaz de estabelecer vínculos entre pessoas aparentemente sem relação alguma. Outras personalidades também aderiram à empreitada (acompanhe ao longo desta reportagem).

A partir da raspagem de células da parte interna da bochecha, o material foi submetido a exame realizado pela empresa americana Family Tree DNA, pioneira nesse tipo de investigação, cujos resultados e cruzamentos podem ser consultados e compartilhados pela internet. As informações foram depois cotejadas com um banco de dados que já possui mais de 700 000 registros, de modo a traçar as histórias genéticas. “Que coisa maluca, cara”, respondeu Belfort a Porchat, que, programado para fazer rir, mandou a tréplica brincalhona: “Quer dizer que, se eu precisar de um transplante de rim, posso pedir ao Vitor?”.

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