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Americanos aceitam as mães que trabalham, segundo estudo

No entanto, aumenta a porcentagem de uma minoria jovem que acha que o homem ainda tem que ser o comandante da casa

Um estudo publicado no periódico americano Psychology of Women Quarterly na última semana analisou adolescentes e adultos (homens e mulheres) nascidos entre 1976 a 2013 para chegar a uma conclusão que vem como boa notícia: cresce a aceitação das mulheres que trabalham. No final de 1990, o número de adultos norte-americanos que se incomodavam com mães que tinham uma atividade profissional era maior, mas o apoio às mulheres aumentou significativamente entre 2000 e 2010, tornando-se hoje a opinião da maioria.

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A aprovação da ideia de os homens ficarem em casa, em contrapartida, dobrou de 1970 para 2010, mas a taxa quase que se estabilizou após a década de 1990, sugerindo que a nova geração de homens não espera se tornar “dono de casa” mais do que aqueles da geração anterior.

Mas nem tudo são flores. A mesma pesquisa observou ainda que uma minoria jovem – e que vem aumentando – acha que as mulheres deveriam ficar em casa e que os homens deveriam tomar as decisões na família.

“A maioria dos americanos agora aceita a ideia de que mulheres vão trabalhar mesmo quando têm crianças pequenas”, disseram os pesquisadores. “Isto sugere uma necessidade contínua e urgente de programas para ajudar as famílias trabalhadoras.”

(Da redação)