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A ciência para ser feliz – até depois do Carnaval

Reportagem de VEJA desta semana mostra os recentes estudos científicos que comprovam que a felicidade duradoura é possível, sim

É tempo de ser feliz. No Carnaval, durante aqueles quatro dias que antecedem os sacrifícios e penitências da Quaresma, a ordem é pular de alegria até o sol raiar, em um paroxismo de prazer entremeado de amores fugazes, risos e purpurina. A canção de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, porém, ensina que a “doce ilusão” tem prazo de validade, “pra tudo se acabar na quarta-feira”.

Reportagem de VEJA desta semana explica a diferença científica entra a gratificação instantânea, como a alegria encapsulada no Carnaval, e a felicidade duradoura, sentimento derivado de um grupo distinto de neurônios. A descoberta sobre essa geografia cerebral faz parte de diversos estudos e pesquisas científicas que vêm esmiuçando, à luz da neurociência e da psicologia, a forma como o organismo e o meio social, juntos, predispõem as pessoas a ser – ou não – felizes.

 

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