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‘Vivemos uma crise moral’, diz chefe da inteligência do governo

Para o general Sergio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional, problema carcerário é apenas um na infecção generalizada vivida pelo sistema

Por Thiago Bronzatto e Felipe Frazão Atualizado em 14 jan 2017, 20h55 - Publicado em 14 jan 2017, 20h54

A crise carcerária vivida pelo Brasil é um grave problema a ser enfrentado, mas ele não é o maior e nem está isolado de uma crise mais ampla, uma septicemia (infecção generalizada) no sistema. Essa é a opinião do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional e comandante da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), general Sergio Etchegoyen, para quem o “Brasil está vivendo um momento muito difícil”. “Talvez o mais difícil que já atravessou. Estamos vivendo a coincidência de crises muito extensas e profundas: a política, a econômica e a moral. A Lava Jato está mostrando isso: governador preso, ex-ministro preso, empresas quebradas, a política tendo como objetivo o enriquecimento pessoal”, disse em entrevista a VEJA. Etchegoyen acredita que os militares estão dando “um belo exemplo às gerações futuras” ao não dar “nenhum passo fora dos limites legais”. Na entrevista, ele também revela histórias curiosas dos Jogos Olímpicos do Rio e acusa o governo do PT de ter retirado as câmeras de segurança do Palácio do Planalto, que “convenientemente” ficou anos sem registrar nada.

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