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Temer anuncia criação do Ministério da Segurança Pública

Após reunião com autoridades do RJ, presidente disse que pasta irá coordenar ações do setor, mas não adiantou quem deve chefiá-la

Após reunião no Rio de Janeiro neste sábado (17) no Palácio Guanabara, sede do governo estadual, para tratar da intervenção federal no estado, o presidente Michel Temer (MDB) anunciou a decisão de criar o Ministério da Segurança Pública. O presidente, até então, só tinha tratado do tema em consultas com integrantes da equipe. Mesmo assim, ele não anunciou nenhum nome para a futura pasta.

Em pronunciamento, Temer disse que pretende criar a nova pasta nas próximas semanas. Disse que o ministério vai coordenar as ações de segurança pública no país, “sem invadir as competências dos estados”. O presidente não deu mais detalhes nem respondeu a perguntas da imprensa após o anúncio. A pasta deverá ser criada por meio de medida provisória.

O presidente se reuniu por cerca de uma hora com Pezão, o interventor, o general de Exército Walter Souza Braga Netto, o prefeito da capital, Marcelo Crivella (PRB), o presidente do Tribunal Justiça, Milton Fernandes, o procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, entre outras autoridades. Apenas Temer se pronunciou. Não foi divulgada qualquer informação sobre o planejamento das operações das Forças Armadas.

Atribuições

Temer disse que já conversou com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), sobre a criação do ministério. De acordo com o que já vinha sendo elaborado no governo, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Departamento Penitenciário Nacional e a Secretaria de Segurança Pública sairiam da alçada do Ministério da Justiça e ficariam sob o comando da nova pasta.

O Ministério da Justiça deve seguir desenvolvendo políticas preventivas de combate às drogas e programas de recuperação de ativos no exterior, além de ficar responsável pelos temas relacionados a estrangeiros e refugiados, pelo combate a carteis econômicos e pela defesa do consumidor.

Comentários

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  1. Johnny Bravo

    Tudo mais um esqueminha… Eles se aproveitam da situação para parecer que se importam.
    Mais um Ministério para servir de cabide de empregos para apadrinhados.
    Vai extinguir o Ministério da Justiça, então? E os outros Ministérios que tampouco servem para nada…?

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  2. 1) Criar Ministério não resolve, o que resolve é mudar as leis para punir de verdade a bandidagem pesada.. 2) Colocar Militar para ver se resolve é só jogada de marketing para minar o Bolsonaro. Se não der certo (não vai dar) tira a percepção de que Bolsonaro ou os militarismo poderia resolver. — “Olha aí, nem um general deu jeito, outro também não vei resolver”. E se der certo, não precisa o Bolsonaro, já está resolvido. 3) Temer não se aborreceu com a falta de segurança, porque isso vem de muito tempo. Ele se irritou mesmo foi com audácia das escolas de samba nascidas e patrocinadas nos morros, satirizando ele próprio, os políticos e a Petrobrás.

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  3. sinesio gimene

    já vai criar mais um ministério para cabide de emprego , já existem tantos ministérios, os piores bandidos estao em Brasilila, e se esparrama por todas as cidades, existem mais bandidos por m2 no planalto , nas prefeituras nos estados do que todos os bandidos juntos, tem que começar a intervenção pelos poderes que comandam o pais, estado e prefeituras, só assim resolve estes sim matam mais que todos os bandidos traficantes juntos, sao milhoes que morrem por falta de saude , educação e infraestruturas, e nao sao condenados, roubam mais que galinha no galinheiro , quer dizer , entenderam né , bandidos, estao tirando o foco dos bandidos de Brasilia e colocando no Rio em ano de eleição sao tralhas porcos , ratos imundos , os canalhas continuam roubando nos poderes , sujos, imundos,

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  4. Juca Leiteiro

    Operação o Morro é nosso!
    Foi assim que o governo do RJ “exportou” bandidos para as federais do PR e acabou com o sossego dos pé vermelhos e coxas brancas, onde há treze anos tinha índices de criminalidade em níveis de países desenvolvidos.

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  5. Juca Leiteiro

    Temer, não tem que ser assim, viu?
    Exército não é capacho de lavajatense.

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  6. Edson Sccoton

    Não existe meia intervenção. O Militar não trabalha com meia verdade. Se não houver o princípio de excludência de ilicitude, isso é balela. Quem gosta de cortar caminho é político. O Presidente está enganado e vai quebrar a cara.

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  7. Edson Sccoton

    Não existe meia intervenção. O Militar não trabalha com meia verdade. Se não houver o princípio de excludência de ilicitude, isso é balela. Quem gosta de cortar caminho é político. O Presidente está enganado e vai quebrar a cara. O problema existe e a solução está correta. Mas restringir o poder e em cima disso criar um Ministério ai não dá né. Mais um cabide de emprego pra nós pagar????

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  8. Os bandidos mais perigosos do país estão em Brasília!

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  9. Mais um cabidaço para acolher os amigos do rei, pra isso tem dinheiro. E as agências de risco não baixaram a nota do Brasil por conta da incapacidade de gerenciamento do País? Sempre escrevo que a quadrilha no poder está a serviço de grandes conglomerados. Vem aí a eleição, vamos virar as costas para quem sempre quer está enganando o povo. Acorda Brasil, nenhum político que aí está pensa ou faz algo para o povo brasileiro. Vejam como não precisamos de tantos ministros, o do Trabalho não está fazendo falta assim como em sua grande ministérios inúteis!!!

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  10. E tem mais: tem que haver a política de tolerância zero para bandido. Bandido bom é bandido morto. Bandido não paga imposto, não sustenta a quadrilha no Poder!!!

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