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Suspeito de sequestrar garota em culto é preso no PR

A polícia chegou até o ajudante-geral Jorge Antunes Cardozo por meio do rastro deixado por operações bancárias realizadas por ele

Por Da Redação
5 jul 2012, 13h29

O suspeito de raptar a menina Brenda Gabriela da Silva, de 4 anos, em uma igreja evangélica no Cambuci, região central de São Paulo, foi preso na manhã desta quinta-feira na cidade de Maringá (PR). O ajudante-geral Jorge Antunes Cardozo, de 47 anos, estava foragido desde 25 de junho, quando foi visto pela última vez na Rua Vergueiro, no bairro da Liberdade.

Na ocasião, a garota foi reconhecida e recuperada por Alex Ramos de Carvalho, um vizinho da família que trabalha na região, mas o criminoso conseguiu fugir. A prisão de Cardozo foi feita por policiais civis do 6º DP (Cambuci), responsável pelo caso. De acordo com informações preliminares da Polícia Civil, o sequestrador foi pego enquanto andava em uma rua no centro de Maringá e não ofereceu resistência. A polícia chegou até ele por meio do rastro deixado por operações bancárias que vinha fazendo. Ele deve chegar ao 6º DP por volta das 20 horas desta quinta-feira.

O caso – De acordo com o relato do irmão de 8 anos de Brenda, um homem que estava perto deles no dia do culto passou a mão nos cabelos da menina pouco antes de ela desaparecer. A mãe da menina, a diarista Geissa Maria da Silva, de 31 anos, havia levado as crianças à Igreja Pentecostal Deus é Amor para pedir uma oração para o filho mais novo, de 9 meses. Geissa também é mãe de uma menina de 11 anos e de uma adolescente de 14, que ficaram em casa.

“A igreja estava lotada, mas consegui pedir a oração para que meu bebê melhorasse da broncopneumonia”, contou a diarista na época. “Na hora em que virei, vi meu filho sozinho e comecei a procurar a Brenda de um lado para o outro”. O templo tem capacidade para 36 mil pessoas sentadas, mas tinha o dobro de fiéis por causa da comemoração dos 50 anos da igreja fundada pelo pastor David Miranda.

Geissa passou a procurar a criança nas dependências da igreja e depois foi até a rua ver se a encontrava nas proximidades. “Um homem viu o meu desespero e me levou até uma delegacia que fica perto de restaurantes japoneses, onde deixei uma foto. Não fizeram o B.O. porque eu estava sem os documentos da Brenda”, afirmou Geissa, referindo-se ao 1º DP (Sé). Ela só procurou a Polícia Civil novamente na segunda-feira, dessa vez com o auxílio de um funcionário da igreja. “Pensei que a delegacia ficava fechada aos domingos”, disse a mulher, que é analfabeta.

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