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‘Segurança na Antártida será redobrada’, afirma Amorim

Ministro da Defesa diz que uma estação mais moderna será construída no local

Por Luís Bulcão - 27 fev 2012, 03h58

“Não quero me antecipar às investigações, mas não há nenhuma indicação de que fosse algo que pudesse ter sido prevenido. É um ambiente difícil, inóspito, sujeito a acidentes”

Uma nova estação, mais tecnológica e moderna, vai surgir dos escombros da estação brasileira Comandante Ferraz, destruída por um incêndio na madrugada de sábado. A promessa é do ministro da Defesa, Celso Amorim, que recebeu os 39 brasileiros e duas pesquisadoras espanholas que estavam na Antártida durante o incêndio e desembarcaram na Base Aérea do Galeão na madrugada desta segunda-feira. Amorim afirmou ainda que a segurança será priorizada no próximo projeto.

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Amorim, que foi ministro das Relações Exteriores durante o governo Lula, aproveitou para agradecer os esforços de chilenos, argentinos e poloneses que prestaram ajuda aos brasileiros durante o incêndio. O ministro declarou ainda que é preciso fazer um levantamento mais detalhado sobre as perdas de material e de pesquisas provocadas pelo acidente. “Eu acho que hoje em dia muita coisa se comunica instantaneamente, online. Material e equipamento se perdeu, mas o que está na cabeça das pessoas não se perdeu”, afirmou.

Segundo Amorim, o fato de a presidente Dilma ter anunciado a reconstrução da estação demonstra a importância do trabalho realizado pelos brasileiros na Antártica.

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