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Rodízio de veículos está suspenso até 10 de janeiro em SP

Mesmo no período da suspensão, operações que limitam a circulação de veículos de grande porte na capital continuam valendo

O rodízio municipal de veículos está suspenso em São Paulo a partir desta quinta-feira para os carros de passeio e os caminhões. Durante os próximos 18 dias, os automóveis estarão liberados para trafegar dentro do chamado Minianel Viário, independentemente da placa do carro e do dia da semana.

O rodízio será retomado na segunda-feira, 13 de janeiro, em razão do aumento do fluxo de veículos na cidade e do término das férias escolares. Mesmo no período da suspensão, continuam valendo normalmente a Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC) e a Zona de Máxima Restrição ao Fretamento (ZMRF), operações que limitam a circulação de veículos de grande porte na capital.

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De acordo com a Companhia de Engenharia e Tráfego (CET), transitar em locais e horários não permitidos implica infração de trânsito de nível médio. A multa aplicada é de 85,13 reais e acréscimo de quatro pontos na carteira do motorista.

Ampliação – O rodízio de trânsito pode ser ampliado em 2014 em São Paulo. A informação foi divulgada na última sexta-feira pelo secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto. No início de janeiro, a prefeitura publicará um estudo que mostra que mais 240 quilômetros de vias estão aptos a receber a restrição à circulação de automóveis, que hoje vigora apenas no centro expandido da capital paulista.

Com a medida, a Secretaria Municipal dos Transportes prevê um aumento da velocidade do trânsito de 20%. A proibição manterá o padrão atual – a cada dia, dois números finais de placa ficam privados de circular nos horários de pico da manhã e da tarde. Não há intenção de aumentar o tempo do rodízio, afirmou Tatto. De acordo com ele, foram feitas diversas simulações para ampliar o rodízio. Uma considerava a ampliação para a capital inteira, por exemplo. Outra, aumentar o número de placas restritas. Mas o melhor cenário foi o que indicou a instalação do rodízio nas grandes avenidas, as chamadas “arteriais 1”.

(Com Estadão Conteúdo)