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Rebelião em maior presídio do RN deixa ao menos 17 mortos

Penitenciária Estadual de Alcaçuz tem cerca de 1.150 presos em um espaço com capacidade total para 620

Uma rebelião na Penitenciária Estadual de Alcaçuzem Nísia Floresta, cidade vizinha a Natal, deixou ao menos 17 mortos, segundo vídeo obtido por VEJA que mostra os corpos dos detentos, em sua maioria decapitados. Maior penitenciária do Rio Grande do Norte, Alcaçuz tem cerca de 1.150 presos em um espaço com capacidade total para 620.

O motim começou por volta das 16h30 (no horário local, 17h30 no horário de Brasília) e, até 22h30 (horário de Brasília), não havia sido controlado pelas autoridades estaduais. Os presos teriam invadido o pavilhão 1 e o 5. O pavilhão 5 é uma unidade separada e que faz parte do Complexo de Alcaçuz. Atuam no Rio Grande do Norte, além do Primeiro Comando da Capital (PCC), o Sindicato do Crime do RN, rival do grupo paulista e mais próximo da Família do Norte e Comando Vermelho. A ação teria sido causada por uma briga entre o PCC e o Sindicato do Crime.

Em Alcaçuz, segundo fonte ouvida pelo jornal O Estado de S.Paulo, os pavilhões 1,2,3 e 4 são dominados pelo Sindicato do Crime RN e o 5 encontra-se com presos com algum tipo de ligação o PCC.

O Batalhão de Choque e o Bope estão no local para tentar conter a rebelião. O governo um grupo de gerenciamento de crise para acompanhar a rebelião com integrantes de todas as forças de segurança do estado e Ministério Público. O grupo, segundo a assessoria do governo, vai trabalhar em regime de plantão para tentar reverter a situação de descontrole dentro do sistema prisional.

(Com Estadão Conteúdo)

Comentários

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  1. Rogério Fernandes da Costa

    Rebelião de peixe pequeno, quero ver mexer com os tubarões do Complexo Médico Penal em em Pinhais kkkk

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  2. Carlos Marques

    Onde já se viu um Estado da Federação, que não tem uma tropa de elite na PM…Ah, não tem? Então desiste e entrega as chaves da cidade…Governador enrolador…

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  3. Francisco Chagas

    O estado com todo aparato militar e pessoal devidamente treinado para conter rebeliões, deveria em tempo real intervir, e controlar os motins , assim garantindo a segurança de todos os internos, evitando indenizações e pensões pagas com os nossos impostos suados para as familias dos apenados assinados em presidios por outros internos de desafetos ou de outra facção rival. Espera-se que os goveernos esstaduais e o governo federal aprendam a dar importancia ao combate as organizaçoes criminosas que imperam no BRASIL. Ja estamos cansados de sermos vitimas da insegurança dentro e fora dos presidios. Vamos as ruas exigir politicas de seguranças mais eficazes e severas.

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