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Publicitário confessa ter articulado morte da família no AM

Ainda não se sabe a causa das mortes; polícia investiga se Jimmy Brito foi mandante ou executor da tia, da prima e do pai; herança seria motivo do crime

Por Da Redação - 23 jan 2013, 13h02

O publicitário Jimmy Robert de Queiroz Brito, de 33 anos, confessou em depoimento à polícia nesta quarta-feira ter planejado a morte da tia Maria Graciele Belota, de 59 anos, da prima Gabriela Belota, de 26, e do próprio pai, Roberval Roberto de Pinto, de 63, para ter direito à herança da família.

Os corpos de Gracilene e Gabriela foram encontrados pela empregada do apartamento onde moravam, no bairro Raiz, em Manaus. Roberval foi encontrado morto em sua casa no bairro São Raimundo, na Zona Oeste, na manhã desta terça-feira. A cadela na família também foi encontrada morta no apartamento.

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Brito foi preso na noite do mesmo dia em flagrante junto com os estudantes Rodrigo de Moraes Alves, de 19 anos, e Ruan Pablo Bruno Cláudio Magalhães, de 18, acusados de envolvimento nas mortes. Eles também confessaram o crime e, de acordo com a Polícia Civil de Manaus, Alves disse que os homicídios foram planejados há aproximadamente três semanas por Jimmy.

Segundo a Polícia, a prisão dos acusados é temporária, até saírem os laudos da perícia e o resultado dos exames de necropsia para saber a causa das mortes. A Secretaria de Segurança Pública do estado investiga se Brito foi apenas o mandante ou se teve participação direta na execução das vítimas.

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