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Preso em operação contra o PCC já disputou eleição pelo PT no Tocantins

João Gabriel de Mello Yamawaki está na cadeia desde março desde ano por suspeitas de ter criado e operado banco suspeito de lavar dinheiro da facção

Por Ricardo Chapola Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 jun 2026, 11h19
Preso em operação contra o PCC já disputou eleição pelo PT no Tocantins Priorizar nos meus resultados Google

Vereador da cidade de São Paulo, Senival Moura (PT) foi preso recentemente durante uma operação do Ministério Público e da Polícia Civil que investiga  um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).

O parlamentar, que pediu afastamento do partido depois da incursão, não é o único político petista enredado recentemente em conexões com a facção criminosa.

O outro se chama João Gabriel de Mello Yamawaki, que está preso desde março deste ano. Ele é suspeito de ter criado e operado o “banco digital 4TBANK”, sediado em Palmas (TO) e com filiais espalhadas em outros três Estados.

Segundo a Polícia Civil de São Paulo, o banco realizou m0vimentações ilegais para o PCC que podem chegar a 8 bilhões de reais. Natural de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, Yamawaki foi candidato a vereador da cidade de Esperantina (TO) pelo PT nas eleições de 2004.

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Na época, utilizou o número 13.444 na urna. O empresário estava foragido desde abril do ano passado e foi preso no início do ano, suspeito de envolvimento com um carregamento de 500 quilos de cocaína apreendidos em um avião que trazia a droga da Bolívia.

A polícia também investiga suspeitas de que Yamawaki teria participação em operações de dinheiro em espécie.

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Operação Última Parada

O vereador petista foi preso por suspeitas de lavar dinheiro para o PCC. A operação cumpriu três mandados de prisão de pessoas ligadas à Transunião, empresa que atua no setor de transporte público de São Paulo.

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Para os investigadores, Senival Moura seria o controlador efetivo da Transunião – muito embora não figure como membro da direção da companhia.

A polícia considera que o vereador “instrumentalizou” a empresa para operar um sistema financeiro clandestino. A defesa de Moura nega a ligação com o esquema, alega que o parlamentar é inocente e diz estranhar o momento em que a operação foi deflagrada, “às vésperas do período eleitoral”.

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