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Preços das commodities têm a maior baixa em 52 anos. Mas quadro ainda é positivo

Por Guilherme Amorozo
21 mar 2008, 11h53

As commodities – produtos essenciais, como matérias-primas e alimentos – tiveram nos últimos sete dias.a sua maior queda de preços em uma única semana em 52 anos. O índice do Commodities Research Bureau (CRB), referência no mercado financeiro para commodities em geral, caiu 8,3% da sexta-feira da semana passada até esta quinta-feira, fechando a semana na marca de 381,74 pontos. No entanto, ele ainda está acima do nível de 31 de dezembro de 2007, quando registrava 358,7 pontos.

O indicador mede o desempenho de uma cesta de 19 produtos, como petróleo, cobre, soja e milho, entre outros. Por analisar o consumo de mercadorias essenciais para a economia global, sua queda indica que o crescimento mundial passa por uma fase de desaceleração.

De todos os desdobramentos da atual crise financeira, o recuo no preço das commodities é o que mais prejudica o Brasil. O país é um dos maiores produtores de metais e alimentos do mundo. Por conta da baixa, a Bolsa Valores de São Paulo (Bovespa) caiu 4,85% só nesta semana, puxada para baixo por quedas bruscas nas ações da Vale e da Petrobras – as duas maiores negociadoras do mercado financeiro brasileiro, ambas produtoras de commodities.

Como boa parte destas mercadorias são exportadas, o recuo nos preços derruba as receitas brasileiras com exportações. Por outro lado, a queda também provoca uma valorização do dólar no mercado interno – a moeda americana é a base dos pagamentos das commodities. Com menos dólares na praça, a procura sobre, elevando o valor da moeda e compensando, em parte, as perdas nos preços.

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