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Polícia pede a prisão de quatro suspeitos de estupro coletivo no Rio

C., de 16 anos, foi atacada por 33 bandidos no Morro da Barão, em Jacarepaguá. Um dos agressores mantinha relacionamento com a adolescente havia três anos e outro foi identificado após fazer selfie com a menina ainda desacordada

Por Da Redação 26 Maio 2016, 19h31

A Delegacia de Repressão aos Crimes de informática (DRCI) começou a identificar os criminosos que praticaram o estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos e divulgaram nas redes sociais. O delegado Alessandro Thiers pediu à Justiça a prisão de pelo menos quatro deles. Um seria o jovem com quem C.B. mantinha um relacionamento havia três anos.

Lucas Perdomo Duarte Santos, de 19 anos, era colega de escola da garota, no Colégio Barão, na Praça Seca, em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade. Em depoimento à polícia, ao qual o site de VEJA teve acesso, C. disse que na noite do último sábado, dia 21, foi para a casa do rapaz, mas acordou em outra residência, no mesmo Morro da Barão, já cercada por 33 homens armados com fuzis e pistolas, nua e machucada.

Outro identificado é Raphael Assis Duarte Belo, de 41 anos. Numa foto na internet, ele aparece fazendo um selfie rindo com a jovem desacordada ao fundo. Ambos os pedidos de prisão são pelo crime de estupro. Os outros dois pedidos de prisão, contra Marcelo Miranda da Cruz Corrêa, de 18 anos, e Michel Brasil da Silva, 20, são pela divulgação dos vídeos e imagens nas redes sociais.

O advogado de Marcelo disse que seu cliente divulgou uma foto em sua conta no Twitter sem saber que se tratava de um estupro coletivo: “Ele recebeu a foto num grupo de Whastapp e repassou. Só depois, quando viu o video nas redes sociais, percebeu que se tratava de um estupro. É um rapaz de 18 anos, que não conhece nenhum dos agressores e não compactuou com esse crime”, disse Igor Luís de Carvalho.

Hoje de manhã, C. fez exames e começou a tomar um coquetel para evitar doenças sexualmente transmissíveis. Após passar pelo exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), a jovem acabou não indo depor novamente. À noite, a avó da jovem contou aos policiais que C. voltou pra casa, dormiu e passa bem. Ela deverá ser ouvida nos próximos dias.

Lucas Perdomo Duarte Santos, à esquerda, e Raphael Assis Duarte Belo, suspeitos de participar do estupro coletivo no Rio
Lucas Perdomo Duarte Santos, à esquerda, e Raphael Assis Duarte Belo, suspeitos de participar do estupro coletivo no Rio VEJA

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