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Polícia deflagra operação de combate a milicianos no Rio

Grupo atua na zona oeste da capital e nos municípios de Nova Iguaçu e Seropédica

Policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e de Inquéritos Especiais (Draco/IE) deflagraram no manhã desta quinta-feira a operação Negócios Paralelos. O objetivo é cumprir 22 mandados de prisão preventiva e 29 de busca e apreensão contra integrantes de uma milícia na localidade de Jesuítas, na zona oeste do Rio de Janeiro, com atuação expandida aos municípios de Nova Iguaçu e Seropédica, na Baixada Fluminense.

A operação teve apoio de agentes da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança, das Delegacias de Homicídios da Capital, da Baixada Fluminense e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado.

As investigações tiveram início em junho de 2017, a partir de uma diligência realizada na comunidade Km 32, em Nova Iguaçu, depois que milicianos atiraram contra policiais. Foram apreendidos no local 15 veículos com placas clonadas e quatro armas de fogo, além de rádios comunicadores e coletes balísticos utilizados pelos criminosos.

“As investigações revelaram que a organização criminosa é liderada por Danilo Dias Lima, vulgo Tandera, e tem como principais fontes de renda a exploração de comerciantes, por meio da cobrança da ‘taxa de segurança’, monopólio da distribuição de cigarros contrabandeados, exploração da distribuição clandestina de TV a cabo e comercialização de botijões de gás”, diz a nota.

No início deste mês, segundo a Secretaria de Segurança, três integrantes da organização morreram em confronto com policiais civis durante ação policial realizada no Sítio Três Irmãos , em Santa Cruz. Eles foram identificados como Anderson Santos, o Cheetos, Márcio Martins, conhecido como Tui, e Felipe Oliveira, o Cumbaca. O trio atuava como segurança de Tandera.

Comentários

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  1. Paulo Bandarra

    Com esta constituição é impossível.

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  2. Paulo Bandarra

    Criminosos logo são soltos. Voltam para suas quadrilhas.

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