PF suspeita que Sóstenes tentou ‘fabricar lastro retroativo’ para justificar apreensão de dinheiro vivo
Alegação de deputado de que ganhou quase R$ 470 mil com venda de imóvel não convenceu investigadores
A Polícia Federal suspeita que o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) tentou “fabricar um lastro retroativo” para justificar a apreensão de quase 470 mil reais em sua casa.
Essa hipótese levou à terceira fase da Operação Rent a Car, chamada Operação Galho Fraco II, realizada nesta quarta-feira.
Sóstenes alegou que o dinheiro veio da venda de um imóvel, mas a comunicação ao cartório só foi feita após a apreensão.
“(A situação) sugere uma possível tentativa de fabricar um lastro retroativo para conferir aparência de licitude ao montante localizado”, afirmou a PF.
A corporação também levantou dúvidas sobre a “capacidade financeira” do comprador do imóvel, “cujo histórico financeiro apresenta transações atípicas e repasses de valores suspeitos”.







