Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

PF investiga políticos e empresários por fraudes em PE

Por Da Redação 29 ago 2011, 12h13

Por AE

São Paulo – A Polícia Federal deverá indiciar pelo menos 55 envolvidos em suposto esquema de fraudes em contratos para fornecimento de merenda escolar em Pernambuco. A PF estima que cerca de R$ 1,8 milhão foram desviados e lavados por meio da ocultação de patrimônio ilícito. Parte desse valor pode ter sido destinada à contabilidade paralela de campanhas eleitorais, segundo os autos da Operação Mar de Lama.

Deflagrada quinta-feira, a Mar de Lama aponta para políticos, servidores públicos e empresários de diversos municípios pernambucanos, inclusive Recife.

A PF não citou nomes de seus alvos, mas em nota acentuou que o inquérito apurou “também a extorsão de empresários que mantinham contratos com determinada prefeitura, visando financiar o caixa dois de campanha de reeleição de prefeito”.

O inquérito está sob responsabilidade da PF porque os programas da merenda contam com recursos da União. “A identificação do grupo decorreu de investigações iniciadas em 2007 apontando para um largo esquema de corrupção e desvio de verbas públicas envolvendo diversos políticos”, assinala a PF.

Desdobramento do inquérito aponta para existência de pagamentos mensais a políticos em Jaboatão dos Guararapes. “As investigações focavam a negociação e o pagamento de propina para garantir apoio aos projetos”, informou a PF.

A PF planeja enquadrar os investigados em sete crimes: formação de quadrilha, uso de documentos falsos, administração fraudulenta de instituição financeira, peculato, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

No primeiro dia da missão, que mobilizou 25 agentes e delegados federais, foram cumpridos seis mandados de condução coercitiva contra dois gerentes de banco, um empresário, um ex-vereador de Jaboatão dos Guararapes, um servidor público e um estudante.

Essa parte do inquérito abrange a abertura de contas bancárias fraudulentas, tituladas por pessoas inexistentes, com uso de documentos falsos “para depósito e subsequente saque de valores decorrentes dos crimes de corrupção e peculato”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Continua após a publicidade


Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Informação de qualidade e confiável, a apenas um clique. Assine VEJA.

Impressa + Digital

Plano completo de VEJA. Acesso ilimitado aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias 24h e revista digital no app (celular/tablet).

Colunistas que refletem o jornalismo sério e de qualidade do time VEJA.

Receba semanalmente VEJA impressa mais Acesso imediato às edições digitais no App.



a partir de R$ 39,90/mês

MELHOR
OFERTA

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos de VEJA no site, com notícias 24h e ter acesso a edição digital no app, para celular e tablet. Edições de Veja liberadas no App de maneira imediata.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)