Pesquisa Quaest mostra a acirrada disputa entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues na Bahia
Em eventual segundo turno, candidatos do União Brasil e PT também disputam voto a voto do eleitor baiano, segundo números do levantamento
Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira, 27, mostra que ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT) estão tecnicamente empatados na disputa pelo governo da Bahia nas eleições deste ano. De acordo com os números, o ex-prefeito de Salvador tem 39% das intenções de voto, enquanto o atual governador aparece com 37%. Eles são os dois postulantes ao cargo com maior pontuação no levantamento.
Depois, aparecem Aroldo Felix (UP), Maria Bona (PCO), Ariel Capistrano (DC) e Ronaldo Mansur (Psol), cada um com 1% das intenções de voto. Branco, nulo ou não vai votar somam 8%. Já os indecisos representam 12%, segundo os números. A pesquisa na Bahia apresentou dois cenários. Isso porque, o DC tem dois candidatos que disputam a vaga — o caso está na Justiça Eleitoral.
No segundo cenário, sem Capistrano como candidato do DC e Estêvão em seu lugar, ACM Neto apareceu com 40% e Jerônimo Rodrigues tem 37%. Na sequência, Marina Bona, Aroldo Felix e Ronaldo Mansur surgem com 1% cada. Estêvão não pontua. Branco, nulo ou não vai votar somam 7%. Já os indecisos representam 13% neste cenário.
A Quaest ouviu 900 pessoas com idade a partir dos 16 anos, entre os dias 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BA-06206/2026. O instituto foi contratado pela TV Bahia, afiliada da Globo no estado.
Segundo turno também disputado
Ainda segundo a pesquisa Quaest, um segundo turno entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues deve ser disputado voto a voto. Segundo os dados atuais, Neto aparece com 44% das intenções de voto. Já Rodrigues tem 41%. Branco, nulo ou não vai votar somam 6%. Já os indecisos representam 9% na disputa.
A Quaest também questionou os eleitores entrevistados sobre os problemas da Bahia. Para 38%, a violência é o que mais preocupa a população local. Depois, saúde, com 32%. Na terceira colocação está desemprego, com 6%.







