Paraná Pesquisas mostra que Tarcísio de Freitas venceria Fernando Haddad em SP no 1ª turno
Atual governador e Fernando Haddad oscilaram dentro da margem de erro na comparação com pesquisa anterior
Um novo levantamento do Paraná Pesquisas publicado nesta sexta-feira, 11, mostra que o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), tem chances de vencer o pleito ainda no primeiro turno e conquistar a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes. De acordo com os números, o atual chefe do Poder Executivo estadual tem 49,7% das intenções de voto. O principal adversário, Fernando Haddad (PT), aparece com 34,5%. Na sequência, Vera Lúcia (PSTU) surge com 1,8%. Já Carlos Machado (PCB), Policial Edjane (Agir) e Vivian Mendes (UP) têm 0,7%, cada um. Izadora Dias (PCO) aparece com 0,6%. Nenhum, branco ou nulo somam 7%. Não sabem ou não opinaram são 4,4%.
No comparativo com a pesquisa anterior, em agosto, Tarcísio e Haddad oscilaram dentro da margem de erro. Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 1.680 eleitores em 77 municípios paulistas. Tal amostra representativa do estado de São Paulo atinge um grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de 2,4 pontos percentuais para os resultados gerais. O levantamento foi realizado entre os dias 7 e 10 deste mês e registrado no TSE sob o número SP-08090/2026.
E no segundo turno?
Em um eventual segundo turno entre Tarcísio e Haddad, o Paraná Pesquisas mostra que o atual governador venceria, se a eleição fosse hoje, com 52,9%. O petista terminaria com 37,5%. Nenhum, branco ou nulo seriam 6,8%, enquanto não sabem ou não responderam representam 2,9%. No comparativo com a pesquisa de agosto, os dois oscilaram dentro da margem de erro. No mês passado, Tarcísio estava com 53% e Haddad, 36,9%. No levantamento de fevereiro deste ano, o atual governador de São Paulo estava com 58,7% e o ex-ministro da Fazenda, 32,4%.
O instituto também perguntou aos entrevistados sobre a aprovação da gestão Tarcísio. Para 65,4%, o governo está aprovado. Já 32,5% responderam que não aprovam. Não sabem ou não opinaram representam 3%. Entre os que participaram da pesquisa, 31,7% classificam a gestão como “regular”. Para 30%, a resposta foi “boa”. Para 15,2%, “péssima”. Os que avaliam como “ótima” somam 15,4% e “ruim”, 5,9%. Não souberam ou não quiseram responder, 1,8%.





