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Papa revela lema da Jornada Mundial da Juventude no Rio

Evento terá como mote a frase: 'Ide e fazei discípulos em todas as nações'

Por Da Redação - 24 ago 2011, 09h16

O papa Bento XVI revelou nesta quarta-feira o lema da próxima Jornada Mundial da Juventude, que será realizada daqui a dois anos no Rio de Janeiro: “Ide e fazei discípulos em todas as nações”.

Na tradicional audiência das quartas-feiras, o papa aproveitou ainda para avaliar sua participação na Jornada Mundial da Juventude de Madri, realizada no último final de semana. O pontífice descreveu sua participação como “um grande dom que dá esperança ao futuro da Igreja”. Bento XVI continuou: “Foi um ato emocionante, onde 2 milhões de jovens viveram com alegria a formidável experiência da fraternidade e do encontro com o Senhor”.

O papa ainda agradeceu todos os que se empenharam para o sucesso do evento e mostrou seu reconhecimento aos integrantes da Igreja do último país-sede, além das autoridades, instituições e associações da Espanha. Bento XVI expresso seu desejo de que este evento eclesial tenha feito crescer e despertar as vocações entre os jovens.

Segundo o papa, “para os jovens provenientes de todos os cantos da terra esta foi uma ocasião para refletir, dialogar, trocar experiências, rezar e renovar o empenho de uma vida em Cristo”. O pontífice relembrou as diferentes celebrações que participou e destacou o “entusiasmo” da acolhida no primeiro dia de estadia na Praça de Cibeles.

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Catolicismo no Brasil – O lema da Jornada Mundial da Juventude, ligado à evangelização, foi revelado um dia após a divulgação do Novo Mapa das Religiões, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O documento mostra que proporção de católicos em 2009 foi a menor registrada em quase 140 anos de pesquisas estatísticas no país.

Embora continue maioria, a população católica chegou a 68,43% do total de brasileiros, o equivalente a 130 milhões de pessoas. Pela primeira vez a proporção foi menor de 70%. A pesquisa também apontou a estagnação da proporção de evangélicos pentecostais (de igrejas como Assembleia de Deus e Universal do Reino de Deus, entre outras), que teve grande crescimento nos anos 1990, e aumento do número de evangélicos tradicionais (batistas, presbiterianos e luteranos, entre outros). Cresceram também os que se dizem sem religião.

(Com agência EFE)

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