Group 21 Copy 4 Created with Sketch.

Padre citado em Spotlight é encontrado morto na prisão

Suspeito de abusar de uma criança de 10 anos, Bonifácio Buzzi havia sido detido na última sexta; governo diz que ele se enforcou na cela

O padre Bonifácio Buzzi, de 57 anos, foi encontrado morto na manhã deste domingo em uma cela do presídio de Três Corações, no interior de Minas Gerais. O pároco havia sido preso na última sexta-feira, em Joinville (SC), acusado de ter abuso sexualmente de uma criança de 10 anos. Buzzi é um dos nomes que aparece na lista do filme Spotlight como exemplo de casos de pedofilia acobertados pela Igreja Católica.

Segundo o governo de Minas, o religioso estava sozinho na cela e se matou. Em nota, a Secretaria de Estado de Defesa Social afirmou que o corpo foi encontrado durante “procedimentos de liberação para a visitação”. Conforme o texto, Bonifácio se enforcou com uma “teresa”, corda feita com lençol. “O detento deu entrada na unidade de Três Corações no sábado por meio de um mandado de prisão preventiva. Ele estava sozinho na cela. A unidade já abriu uma investigação preliminar para apurar o ocorrido. As Polícias Militar e Civil foram acionadas”, informou a secretaria.

Buzzi já recebeu duas condenações por abusar de crianças, em 1995 e 2004. Na primeira sentença, ficou em prisão domiciliar por quatro anos após ser flagrado abusando de garotos com idades entre 10 e 15 anos dentro de um hospital psiquiátrico, em Minas. Em 2004, foi preso novamente por abusar de um menino de 11 anos. Dessa vez, Buzzi cometeu o ato logo após celebrar uma missa na cidade de Mariana (MG). Acabou sendo condenado por 13 anos no regime fechado, mas ficou foragido até 2007, quando cometeu outro crime e foi capturado.

O padre ganhou liberdade no ano passado após cumprir um sexto da pena e seguiu para a cidade de Três Corações, onde fez novas vítimas. Pela lei da Igreja, a punição aplicada a Buzzi foi bem mais branda. O salário de 2 800 reais foi cortado pela instituição, mas ele nunca teve as funções sacerdotais totalmente revogadas pelo Vaticano, onde responde a um processo canônico que ainda não foi concluído.

(Com Estadão Conteúdo) 

Comentários

Não é mais possível comentar nessa página.

  1. Aloizio Barros de Souza

    Que Deus tenha piedade de sua alma.

    Curtir

  2. Sergio Bertoni

    Q lamentável a igreja católica manter e acobertar padres doentes mentais em seu meio, q lamentável, esse imundo é tão doente que nem pra viver ele presta, não suportou tamanha insanidade.

    Curtir

  3. Flavios Nunes

    Até quando a igreja católica fomentará a idolatria e manterá a proibição do casamento para os padres?

    Curtir

  4. marcos M machado

    Faço minha as palavras do Aloízio…..agora só a misericórdia divina…….coração do homem é terra que ninguém pisa.

    Curtir

  5. ÁGUIA ATENTA

    Para colocar “os pingos nos ís”, só para constar, já que a mídia formadora de opinião faz questão de “passar batida” sobre grande parte dos casos de pedofilia. PEDÓFILO GAY já que buscou sexo com pessoa do mesmo sexo.

    Curtir

  6. Clara Eñelee Kornetz Alves

    Que o Diabo o receba, com todas as honras, maldito!

    Curtir

  7. Luiz Roberto

    Pedofiçia é uma doença mental, (uma grande parte da população, por ignorãncia, diz que é safadeza) não tem como ser algo normal sentir atração por criança. A solução é castração química, não tem outra coisa que resolva. O padre já vai tarde, infelizmente é isso que temos que dizer. Menos um perigo contra nossos filhos e netos.

    Curtir

  8. José Carlos Colodette

    Foi-se um doente mental que traumatizou, previsivelmente, dezenas de crianças. Que queime no inferno.

    Curtir

  9. ABRAÃO LINCOLN SALES BASTOS

    Infelizmente este pervertido não encontrou o arremetimento a tempo de se regenerar para que Deus perdoasse seus pecados. Como estaa escrito: Pará o inferno irão todos os sodomitas.

    Curtir

  10. A Igreja Sempre escondeu os milhares de casos de pedofilia-gay dos padres. No Brasil ocorre constantemente nas áreas rurais mais afastadas e as famílias mais simples ignoram o fato por se tratar dos “representantes de Deus”. A MITRA costumam fazer acordo dando dinheiro para que os casos não prossigam.

    Curtir