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Guerra entre facções mata 18 em presídios no norte do país

Detentos do Comando Vermelho atearam fogo em uma cela em que ficavam presos do Primeiro Comando da Capital (PCC) em Roraima, nesta segunda

Por Da redação Atualizado em 17 out 2016, 16h08 - Publicado em 17 out 2016, 12h43

Ao menos dezoito detentos já morreram em decorrência de uma guerra entre as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) em presídios de Boa Vista (Roraima) e Porto Velho (Rondônia) até a tarde desta segunda-feira.

Oito presos foram mortos pela manhã na Penitenciária Estadual Ênio dos Santos Pinheiro, em Porto Velho. Cerca de trinta presos ligados ao Comando Vermelho puseram fogo em uma cela em que ficavam detentos do Primeiro Comando da Capital (PCC). As oito vítimas não conseguiram sair.

No domingo, dez presos morreram na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista. Cerca de 100 familiares de presos foram feitos reféns, mas liberados após intervenção da Polícia Militar. O confronto começou durante o horário de visitas, quando homens de uma das alas quebraram os cadeados e invadiram outra ala do presídio. De acordo com a Polícia Militar, entre os mortos, sete foram decapitados e três foram queimados. Os detentos estavam armados com facas e pedaços de madeira. Inicialmente, a reportagem havia informado que foram 25 mortos em Roraima, o que totalizaria 33 vítimas.

Segundo o secretário de Justiça e Cidadania de Roraima, Uziel de Castro, a matança obedece a uma determinação do PCC de atacar os integrantes do Comando Vermelho. “Eles declararam guerra entre as facções. Estamos percebendo em nível nacional o rompimento desse acordo entre eles”, disse Castro, explicando que existem ramificações dos grupos em vários estados do país. Segundo ele, também ocorreram rebeliões no Pará e em Rondônia, com a mesma motivação. De acordo com Castro, esse movimento entre as facções está sendo observado nos presídios há cerca de uma semana.

(Com Agência Brasil)

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