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‘O Rio não pode ficar refém de grupos criminosos’, diz Paes, que mantém funcionamento de serviços

Com o pânico que se espalhou no Rio, volta para casa foi antecipada em quatro horas

Por Ludmilla de Lima Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 out 2025, 17h34 | Atualizado em 28 out 2025, 17h37
‘O Rio não pode ficar refém de grupos criminosos’, diz Paes, que mantém funcionamento de serviços Priorize VEJA no Google

O prefeito Eduardo Paes (PSD) acompanha nesta terça-feira, 28, as operações policiais na capital fluminense do Centro de Operações Rio (COR), na Cidade Nova. Ele disse que os serviços municipais continuarão funcionando normalmente. “O Rio de Janeiro não pode e não vai ficar refém de grupos criminosos que buscam espalhar medo pelas ruas da nossa cidade. Determinei a todos os órgãos municipais que mantivessem funcionamento normal das suas atividades e auxiliassem a população em caso de necessidade”, afirmou o prefeito, informando que a circulação do sistema BRT foi normalizada.

Sem fazer críticas ao governador Cláudio Castro (PL), Paes declarou ainda que “a prefeitura, naquilo que lhe compete, vai continuar agindo nesta crise com autoridade, comando e firmeza”.

 

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A população do Rio vive um dia de caos desde o começo da manhã, quando as forças de segurança entraram nos complexos do Alemão e da Penha – considerados o QG do Comando Vermelho (CV) -, para uma megaoperação. Em retaliação, criminosos fecharam vias expressas e ruas pela cidade. Até o fim desta tarde, havia 64 mortos, incluindo 4 policiais.

Volta para casa antecipada

O COR divulgou que o início do fluxo de volta para casa foi antecipado em quatro horas, na comparação com a média registrada às terças-feiras, de acordo com dados dos sistemas de monitoramento de trânsito. O aumento do movimento de retorno começou por volta das 12h, quando normalmente acontece a partir das 16h. O pico foi registrado às 15h30, sendo que o normal para o dia seria às 18h45.

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