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O que se sabe sobre o caso do menino de 10 anos morto na frente do pai em SP

Assassino de Guilherme Souza Campos morreu no hospital na segunda-feira, 17; após ser alvo de um tiro no peito em um assalto

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 ago 2026, 12h58 | Atualizado em 18 ago 2026, 13h14
O que se sabe sobre o caso do menino de 10 anos morto na frente do pai em SP Priorizar nos meus resultados Google

O homem que matou o garoto Guilherme Souza Campos, de apenas 10 anos de idade, na frente do pai, morreu no hospital na tarde de segunda-feira, 17, mesmo dia em que a vítima foi velada e enterrada. O crime, que teve grande repercussão, aconteceu na manhã do último domingo, 16.

O pai, que é policial civil, estava andando com o filho na garupa da moto na Rua Padre Feliciano Domingues, na Freguesia do Ó, bairro da zona norte da capital paulista, por volta de 11h. Eles foram abordados por Gabriel Adriano Araújo, de 24 anos, em uma tentativa de assalto.

O criminoso estava armado e fez alguns disparos: um deles atingiu Guilherme no peito. O pai chegou a ser atingido de raspão, mas conseguiu reagir e atirou de volta contra o assaltante.

Com a ajuda de outros veículos que estavam passando pelo local, o menino foi levado para o Hospital Vila Penteado, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Ele foi enterrado segunda e as aulas da escola em que ele estudava foram suspensas.

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A dinâmica do crime foi toda registrada por câmeras de segurança da rua. Depois que o menino foi levado às pressas para receber socorro médico, o assaltante foi deixado na rua. Depois, ele foi levado ao Hospital de Brasilândia, também na zona norte de São Paulo, e morreu no dia seguinte.

A polícia apreendeu a motocicleta dele e pertences de outras pessoas que haviam sido furtados e roubados pelo homem. Outras vítimas o reconheceram como autor desses crimes. Ele teria furtado alianças.

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O caso foi registrado como latrocínio e apreensão de bens e está sendo investigado na 1ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat) do Deic. Mesmo com a morte do autor do crime, o engavetamento do inquérito não é automático. Haverá análise da perícia, das imagens e dos bens apreendidos pela Polícia.

 

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