Após PF recomendar demissão, futuro de Eduardo Bolsonaro está nas mãos de ministro de Lula
Ex-deputado ocupa cargo de escrivão, mas mora nos Estados Unidos desde o ano passado
Após a PF recomendar a demissão do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão, a decisão final será do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva.
Em casos como esse, no entanto, o titular da pasta costuma apenas chancelar o que já foi indicado pela área técnica no processo administrativo disciplinar (PAD).
A palavra final é esperada, dentro do ministério, para os próximos dias, com a confirmação da exoneração de Eduardo.
O ex-parlamentar é escrivão concursado da PF, mas estava licenciado do cargo desde que foi eleito deputado federal, em 2014.
Em janeiro, após ele ter seu mandato cassado, a corporação determinou seu retorno imediato aos trabalhos em uma delegacia em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
Eduardo, contudo, mora nos Estados Unidos desde o ano passado. A ausência nas sessões da Câmara, inclusive, foi o que levou à perda de seu mandato.
Recentemente, o ex-deputado conseguiu um green card, documento que autoriza estrangeiros a permanecerem nos EUA por tempo indeterminado.







