O que diz a nova Paraná Pesquisas sobre a disputa pelo governo paranaense
Levantamento foi realizado com 1.280 eleitores em 56 municípios do Estado entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro
Novo levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira, 3, mostra Sergio Moro (PL) na liderança da disputa pelo governo paranaense nas eleições deste ano. Na sequência, aparecem Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD). O senador está com 45% das intenções de voto, enquanto os outros dois bem colocados têm 24% e 17,5%, respectivamente. Os demais candidatos não atingiram 1% na pesquisa. Adriano Funileiro (PCO) e Tayná Miessa (UP) marcaram 0,9% cada. Doutor Alexandre Salomão (Mobiliza) e Luiz França (Missão) estão com 0,5% e Samuel de Mattos (PSTU) surge com 0,4%. Nenhum, branco ou nulo somam 5,4%, enquanto não souberam ou não responderam 4,9%.
O Paraná Pesquisas também perguntou aos entrevistados sobre a percepção de qual candidato a governador irá ganhar as próximas eleições. Para 49,4%, Moro deve ser o próximo chefe do Poder Executivo estadual. Para 15,9% e 14,9%, Requião Filho e Sandro Alex, respectivamente, sairão vitoriosos. Já para 0,3%, Salomão ou Tayná devem vencer. Adriano, França e Mattos somam, cada um, 0,2% da percepção do eleitorado. Não sabem ou não opinaram somam 18,5%.
Ainda segundo o levantamento, Requião Filho é o mais rejeitado entre os candidatos no pleito com 36,6%. Depois, Moro com 24,6%, Sandro Alex, com 10,9%. Tayná é rejeitada por 5,5%. Na sequência, Adriano (4,7%), Salomão (4,1%), França (3,2%) e Mattos (2,9%). Não sabem ou não responderam somam 14,5%. Poderia votar em todos, 6,4%.
Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 1.280 eleitores em 56 municípios, segundo o Paraná Pesquisas. A amostra representativa do Estado do Paraná atinge um grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de 2,8 pontos percentuais para os resultados gerais para mais ou para menos. A coleta de dados realizada através de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais ocorreram entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro. O levantamento está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o n.º PR-03399/2026, informou o instituto.







