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Morte de filho é ‘uma dor que não passa’, diz Alckmin

Governador afirma também que é "zero" a chance de ele ser atingido pela Lava-Jato

Um ano e sete meses depois da morte de seu filho caçula, Thomaz, em um acidente de helicóptero, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou que sente “uma dor que não passa”. Em entrevista a VEJA no Dia de Finados, Alckmin afirmou que sua vida e a de sua mulher, Lu, divide-se entre antes e depois de 2 de abril de 2015, data da tragédia. Desde então, ele prometeu ir à missa todos os domingos para rezar pelo filho. “Comungo e ofereço ao Thomaz, peço a Deus que ele esteja nos braços de Jesus. Pode fazer chuva, sol, estar no interior, fora”, contou.

Na entrevista, Alckmin afirma também que é “zero” a chance de ele ser o “santo” que aparece na planilha da empreiteira Odebrecht e que seu pai sempre o ensinou que políticos devem ter uma vida “modesta”.

Para o governador, a vitória do PSDB nas eleições municipais deste ano representa uma virada de página do “ciclo de populismo do PT”: “Austeridade dá voto”, afirmou.

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Comentários

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  1. Torço por Alckimn pelo que faz no grandioso Estado de São Paulo

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  2. Fabrizio Spegiorin Bijotti

    Tenho um parente que tevke oportunidade servir o nobre trabalho de ser secretário no interior, diz ele que Geraldo Alckmin sempre acomoanhava os indicadores de saúde e questionava porque o índice tal não tinha melhorado, quais ações estavam sendo feitas para melhorar, etc.. esse sim é um gestor que o Brasil precisa. Me orgulho de morar no estado de São Paulo, infelizmente não posso dizer o mesmo de morar no Brasil.. os políticos precisam criar vergonha na cara. Moro neles!

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  3. O PSDB foi o maior vitorioso dessas eleições. O apoio do governador Geraldo Alckmin foi fundamental para eleger prefeitos no primeiro e segundo turno em São Paulo e até em outros Estados. Com isso, se tornou a liderança mais forte e influente do partido. E essa força deve ter muito peso na troca do comando do partido no ano que vem e na definição do candidato à presidência em 2018.

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  4. Jair Fernandes

    Com certeza, não é fácil este tipo de dor… mas quem sabe seja um aprendizado para realmente fazer política para uma população que necessita de tudo…

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  5. Os filhos de gente humilde estão sendo mortos nas ruas todos os dias nesse país da fantasia e da impunidade. Não me parece que os políticos estão assim tão sensibilizados.

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