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Morte de filho é ‘uma dor que não passa’, diz Alckmin

Governador afirma também que é "zero" a chance de ele ser atingido pela Lava-Jato

Por Pedro Dias Leite Atualizado em 6 nov 2016, 10h33 - Publicado em 6 nov 2016, 09h38

Um ano e sete meses depois da morte de seu filho caçula, Thomaz, em um acidente de helicóptero, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou que sente “uma dor que não passa”. Em entrevista a VEJA no Dia de Finados, Alckmin afirmou que sua vida e a de sua mulher, Lu, divide-se entre antes e depois de 2 de abril de 2015, data da tragédia. Desde então, ele prometeu ir à missa todos os domingos para rezar pelo filho. “Comungo e ofereço ao Thomaz, peço a Deus que ele esteja nos braços de Jesus. Pode fazer chuva, sol, estar no interior, fora”, contou.

  • Na entrevista, Alckmin afirma também que é “zero” a chance de ele ser o “santo” que aparece na planilha da empreiteira Odebrecht e que seu pai sempre o ensinou que políticos devem ter uma vida “modesta”.

    Para o governador, a vitória do PSDB nas eleições municipais deste ano representa uma virada de página do “ciclo de populismo do PT”: “Austeridade dá voto”, afirmou.

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