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Médico de Michael Jackson decide não testemunhar em sua defesa

Los Angeles (EUA), 1 nov (EFE).- O doutor Conrad Murray, acusado do homicídio involuntário na morte de Michael Jackson, se negou nesta terça-feira a testemunhar perante o júri do caso e dar sua versão dos acontecimentos no dia da morte do cantor.

Mesmo com a insistência do juiz da Corte Superior de Los Angeles, Michael Pastor, o réu optou por seguir os conselhos de seus advogados para que não testemunhasse em sua própria defesa.

‘Minha decisão é não testemunhar’, disse Murray, de 58 anos, depois de fazer uma pausa para olhar seus dois advogados, que segundo publicaram alguns meios de comunicação nos Estados Unidos não estavam de acordo sobre o que era melhor para seu cliente.

Caso testemunhasse, Murray poderia explicar em primeira pessoa o que aconteceu quando Michael Jackson morreu, e enfrentar as perguntas da Promotoria sobre supostas negligências que tenham cometido no cuidado com seu paciente.

A fase de testemunhos terminou nesta terça-feira e o ajudante do promotor do distrito, David Walgren, pediu mais uma vez o comparecimento do médico Steven Shafner, principal testemunha da acusação.

Walgren repassou as declarações do anestesista da defesa Paul White com a intenção de que Shafner refutasse a teoria de que o cantor tenha injetado em si mesmo a dose do remédio que lhe causou a morte, como argumentou White e os advogados de Murray.

Conrad Murray é considerado culpado pela promotoria da acusação de homicídio devido a uma série de ‘flagrantes negligências’ que causaram a morte de Michael Jackson no dia 25 de junho de 2009 por intoxicação de propfol, um anestésico de uso hospitalar que o artista usava com frequência para combater a insônia.

O médico disse à Polícia que deu uma dose desta droga ao cantor horas antes de sua morte, mas em uma quantidade não letal, e se retirou de seu quarto. Segundo ele, quando voltou ao local, Jackson já estava desacordado. EFE