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Madrasta serviu ‘rindo’ feijão que estaria envenenado a enteado, diz filha

Polícia realiza exumação do corpo de jovem que também teria sido morta por envenenamento em mais uma ação da mulher do pai, nesta quinta-feira, 26.

Por Adriana Cruz Atualizado em 26 Maio 2022, 15h19 - Publicado em 26 Maio 2022, 14h43

O caso de envenenamento de uma madrasta contra dois enteados ganha contornos ainda mais dramáticos. Em depoimento à polícia, Carla Mariano Rodrigues, de 25 anos, revelou que a mãe, Cíntia Mariano, 49, serviu “rindo” o feijão que estaria envenenado ao enteado Bruno Cabral, de 16 anos. Carla contou que o rapaz percebeu um gosto estranho e tentou separar o alimento no prato, mas a madrasta colocou ainda mais feijão para o jovem, segundo o relato ao qual VEJA teve acesso. Socorrido no hospital, Bruno sobreviveu. Cíntia acabou presa e ainda é suspeita do assassinato por envenenamento, em março, da enteada Fernanda, de 22 anos, irmã de Bruno.

O caso de Fernanda, que chegou a ser registrado como morte natural, virou investigação após vir à tona a intoxicação ocorrida com Bruno em 19 de maio, além do fato de um dos filhos de Cíntia ter afirmado à polícia ter ouvido a confissão da mãe de que ela colocou veneno na comida dos dois enteados. De acordo com Carla, Fernanda, que estava de dieta, passou mal depois que comeu banana com mel e granola. Nesta quinta-feira, 26, a polícia realiza a exumação do corpo da jovem. “A nossa expectativa é que com a exumação do corpo de Fernanda seja possível encontrar vestígios de veneno, por exemplo, no cabelo. Também já começamos a ouvir os depoimentos de médicos do Hospital Municipal Albert Schweitzer que atenderam tanto Fernanda quanto Bruno”, esclareceu o delegado Flávio Rodrigues.

Na cozinha de Cíntia, a polícia encontrou Botox, um remédio para carrapatos, embora a família não tenha cachorros. O material foi apreendido para análise. Cíntia tinha um relacionamento com Adeilson, o pai das vítimas, há quatro anos. Ela é mãe de três filhos de relacionamento anterior e tinha uma filha adotiva com o marido. “O remédio estava embaixo da pia da cozinha. Nunca imaginei que ela seria capaz de fazer isso. Nos últimos tempos, as coisas estavam uma maravilha na minha casa. Perdi uma filha e quase um filho. Sinto um misto de culpa e revolta”, afirmou Adeilson.

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