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Justiça nega liberdade aos acusados de matar cinegrafista

Caio Silva de Souza e Fabio Raposo Barbosa estão presos e respondem por homicídio doloso (com intenção) triplamente qualificado e crime de explosão

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou nesta terça-feira o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Caio Silva de Souza e Fabio Raposo Barbosa, acusados de disparar o rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade. Os dois respondem pelos crimes de homicídio doloso (com intenção) triplamente qualificado – por motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima e emprego de explosivo – e crime de explosão.

“Indefiro a liminar, por não vislumbrar qualquer ilegalidade no decreto prisional ora impugnado, tratando-se de prisão devidamente regular”, decidiu o desembargador Marcos Quaresma Ferraz. Souza e Raposo tiveram a prisão temporária convertida em preventiva, há cinco dias. Se condenados, a pena pode chegar a 30 anos de prisão.

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