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Justiça nega habeas corpus para Bruno

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou liminar no pedido habeas corpus para o goleiro Bruno Fernandes, acusado de envolvimento no desaparecimento de Eliza Samudio. A questão foi julgada na noite desta quarta-feira pelo desembargador Doorgal Andrada, da 4º Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.

A decisão mantém o goleiro na prisão. O atleta está detido desde 9 de julho na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG).

O pedido foi protocolado pelos advogados do jogador, Ércio Quaresma e Claudineia Carla Calabund. Bruno e os demais suspeitos da morte de sua ex-amante cumprem desde a semana passada o período de 30 dias de prisão determinado pela Justiça mineira.

Defesa – Com citação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluzo, o advogado usou como argumento que, “a menos que seja absolutamente necessário, não se deve mandar um criminoso para a cadeia. A prisão não deve funcionar como uma satisfação dessa pulsão primitiva que o ser humano tem pela vingança”.

Quaresma defendeu o princípio da presunção da inocência. Segundo ele, “no presente caso, salvo a necessidade de se torturar física e psicologicamente os suspeitos, nada mais justifica o encarceramento”.