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Jovem autista é morto após ser confundido com bandido em Cubatão

Para os médicos, Carlos foi brutalmente espancado e morreu em decorrência dos ferimentos, mas polícia diz que a morte foi por bala perdida

Um jovem autista de 25 anos foi morto após ser confundido com um criminoso em Cubatão, no Estado de São Paulo. Segundo os médicos que atestaram sua morte, Carlos Eduardo Ribeiro da Silva teria sido vítima de agressões e morreu em decorrência dos ferimentos causados após ser brutalmente espancado. A polícia está investigando o caso, mas contesta a versão dos médicos e afirma que a vítima foi morta após ser atingida por uma bala perdida.

Carlos Eduardo havia desaparecido no último dia 8, até sua família ser informada na mesma noite que o jovem foi encontrado com ferimentos pelo corpo inteiro no bairro Vila Natal.

O rapaz foi levado ao Pronto-Socorro de Cubatão, mas devido à gravidade de seu quadro clínico foi transferido para o Hospital Santo Amaro, em Guarujá, no litoral paulista. Ele morreu na última quinta-feira 12.

Segundo informa a TV Tribuna, a causa da morte que aparece no boletim de ocorrência é bala perdida. O caso foi registrado na Delegacia Sede de Cubatão como homicídio e está sendo investigado.

De acordo com o Hospital Santo Amaro, para onde o jovem foi levado, o óbito dele foi declarado após uma parada cardiorrespiratória em decorrência de traumas cranioencefálico, pélvico e da face. Para os médicos da unidade, ele foi vítima de agressão.

Comentários

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  1. Joevelin Moura

    Sou prima da Vítima. Meu primo foi morto brutalmente por espancamento sem motivo nenhum. Não foi como a reportagem expôs, que foi por bala perdida. Não foi achado nenhuma bala. Abriram a testa do meu primo devido a tanta coronhada que deram. Quebraram o quadril dele de tanta pancada. As partes íntimas dele estava todo inchado. O que dá a tender pela reportagem, a polícia está tentando desmentir o que os médicos que o atenderam atestaram, eles viram e fizeram todos exames e procedimentos para salvar o meu primo. Estão tentando desvirtuar informações que o próprio I.M.L atestou que foi morte por traumatismo craniano, e não por bala. Cada a cápsula da bala? Se foi bala perdida como estão dizendo, por que do espancamento? Se é bala perdida, a pessoa que atirou não deveria estar perto da vítima e escapado a mesma. Não faz sentido as informações que a VEJA está dando. Por favor apurar corretamente os fatos, pois a informação é MENTIROSA.

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