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GCM acha cabeça humana no centro de São Paulo

Polícia investiga relação de cabeça com corpo esquartejado que foi abandonado no domingo em Higienópolis, no centro de São Paulo

Por Da Redação 27 mar 2014, 14h08

A Guarda Civil Metropolitana de São Paulo encontrou nesta quinta-feira uma cabeça humana dentro de um saco de lixo na Praça da Sé, segundo o segundo o telejornal SPTV, da Rede Globo. A Polícia Civil tenta, agora, identificar se há alguma relação com o corpo esquartejado que foi encontrado no último domingo, espalhado em diferentes pontos do bairro de Higienópolis, na região central.

As partes do corpo, provavelmente de um homem, também foram abandonadas dentro de sacos de lixo no entorno do Cemitério da Consolação, em três esquinas de um dos bairros mais luxuosos da cidade. O primeiro saco plástico foi encontrado por um catador de papel entre as ruas Sabará e Sergipe. Já nas ruas Coronel José Eusébio e Mato Grosso, horas depois, uma mulher que fazia serviço de limpeza encontrou o carrinho de feira azul com outro saco de lixo, contendo parte do tórax da vítima. O terceiro saco foi localizado por policiais na Rua da Consolação. A cabeça não estava nos sacos localizados.

Peritos estão analisando imagens de câmeras de segurança que flagraram o suspeito de ter esquartejado e espalhado o corpo. Um homem magro, vestido de bermuda cinza e blusa preta, aparece no vídeo carregando um carrinho de feira azul. As imagens, porém, não são nítidas. Além disso, como o equipamento tem um sistema giratório e estava no módulo automático, perdeu o homem de vista antes de gravar o seu rosto.

O caso foi registrado no 78º Distrito Policial, nos Jardins, como homicídio doloso qualificado, destruição, subtração ou ocultação de cadáver, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) trabalhava com a hipótese de a vítima ter sido morta ainda na madrugada de domingo. Para a polícia, o assassino decepou a vítima e se livrou das pontas dos dedos para dificultar a identificação do cadáver.

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