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Família de Diego Bomfim vai pedir acesso ao inquérito da morte dos médicos

“Um crime tão bárbaro precisa de uma investigação robusta e provas concretas”, diz nota

Por Lucas Mathias Atualizado em 6 out 2023, 18h27 - Publicado em 6 out 2023, 18h13

A família do médico Diego Bomfim, irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) e uma das vítimas dos disparos em um quiosque na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, vai pedir acesso a todos os autos do inquérito que investiga quem são os responsáveis e mandantes do crime. Em nota divulgada nesta sexta-feira, 6, a família destaca que “um crime tão bárbaro precisa de uma investigação robusta e provas concretas para comprovar efetivamente a autoria e as motivações do crime”. Neste momento, a principal linha de investigação aponta que os três médicos foram mortos por engano e que o alvo, na verdade, era o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa.

“A família de Diego Bomfim decidiu pedir acesso a todos os autos do inquérito e está formalizando a procuração para que advogados possam acessar as provas e o conteúdo da investigação no Rio de Janeiro”, diz a nota. 

Na noite desta quinta-feira, foram encontrados quatro corpos em dois carros na Zona Oeste do Rio, dois deles de suspeitos de terem participado da ação criminosa. O novo episódio indicou que os suspeitos podem ter sido vítimas de um tribunal do crime. Até o momento, a Polícia Civil do Rio, com a ajuda da Polícia Federal, atua para entender se de fato um dos médicos, Perseu Ribeiro Almeida, teria sido confundido com o miliciano Taillon Barbosa. 

Também nesta sexta-feira, o governador Cláudio Castro voltou a se reunir com o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, no Palácio Guanabara, sede do governo do Rio. Castro reforçou a necessidade de resolução do caso, com a descoberta do mandante do crime e o esclarecimento das circunstâncias e, ao se referir à disputa entre milicianos e traficantes na cidade, disse se tratar de “uma verdadeira máfia”.

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