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Em primeira agenda pública, Crivella doa sangue no Rio

Novo prefeito foi ao Hemorio acompanhado de mulher, filho, nora e secretários. Crivella voltou a falar em troca de dívida de planos de saúde por serviços

Em sua primeira agenda pública, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, convocou familiares e secretários a doar sangue no Hemorio, principal hemocentro da cidade. Além de Crivella, compareceram sua mulher, Silvia Jane Crivella, o filho, a nora e os secretários de saúde, Carlos Eduardo, e de Assistência Social e Direitos Humanos, Teresa Bergher.

O prefeito contou que a ideia foi sugerida por uma médica e destacou que a doação é importante neste momento do ano, por causa da demanda gerada pelos acidentes de trânsito.

A diretora do Hemorio, Patricia Moura, explicou também que muitas pessoas que doam sangue deixam de contribuir nesta época do ano por causa das festas. Apesar disso, ela disse que os estoques estão satisfatórios.

‘Troca’ com planos de saúde

O prefeito voltou a dizer hoje que pretende recorrer a convênios com a iniciativa privada para aumentar o número de leitos na rede municipal. Ele afirmou que os planos de saúde têm uma dívida de 500 milhões de reais com a prefeitura, e que uma forma de acertar as contas seria cobrar para que disponibilizem serviços.

“Chegou a hora de chamar o Ministério Público, chamar o Tribunal de Contas e fazer um acerto. Se eles não podem pagar tudo, que nos ajudem com consultas, com especialistas, exames e cirurgias de baixa complexidade”, disse.

Entre os 78 decretos publicados ontem por Crivella no Diário Oficial, está o que estipula um prazo de 30 dias para que o secretário de Saúde, Carlos Eduardo, faça um estudo sobre como aumentar o número de leitos em hospitais. A prefeitura pretende elevar a oferta em 20% até o fim do ano.

Crivella disse que educação e saúde terão prioridade na distribuição de recursos, mas voltou a afirmar que são limitados. “Eles [os recursos] não são tantos”.

(com Agência Brasil)

Comentários

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  1. Nestor Almeida

    Demagogo, igual ao “riquinho” eleito em SP, que se vestiu de gari para varrer o que já estava varrido.

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