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Dom Paulo é lembrado por defesa incansável dos direitos humanos

O presidente Michel Temer o Brasil perde um 'defensor da democracia'

Por Da Redação - 14 dez 2016, 15h43

A morte de dom Paulo Evaristo Arns, nesta quarta-feira, em São Paulo, provocou diversas manifestações públicas sobre o seu legado. O cardeal emérito de São Paulo foi lembrado pela sua firmeza na luta pelos direitos humanos, principalmente durante o regime militar (1964-1985).

O presidente Michel Temer (PMDB) disse que dom Paulo “foi um defensor da liberdade e sempre teve como norte a construção de uma sociedade justa e igualitária”. De acordo com ele, o Brasil perde um “defensor da democracia”.

Frei Leonardo Boff considera dom Paulo um “mestre inesquecível” e alguém que serviu aos pobres e torturados. O ministro das relações exteriores, José Serra (PSDB), disse ter perdido um “amigo e conselheiro”. Segundo ele, o Brasil perdeu um gigante.

Dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, afirmou que o colega “entregou sua vida a Deus, depois de tê-la dedicado generosamente aos irmãos neste mundo”.

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Para a senadora e ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PMDB), dom Paulo foi “forte, corajoso, doce, firme, piedoso, acolhedor e aguerrido”. Ela exaltou a capacidade do cardeal em “enfrentar injustiças e o desrespeito aos direitos humanos”.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo diz que dom Paulo deixa a marca da “fortaleza”, em especial dos direitos humanos.

 

 

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